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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Higiene Social e Controle Econômico na Praça da República

Higiene Social e Controle Econômico na Praça da República
Um manifesto por mais cultura e pela economia popular na capital paraense
A Praça da República amanheceu mais limpa no último domingo, 19 de novembro. Não necessariamente mais limpa no sentido de haver menos lixo. Ela amanheceu mais limpa de gente. Havia menos gente pobre, principalmente, menos gente pobre. Uma parte dessa gente de classe média baixa vai à Praça da República todos os domingos para adquirir cultura. Outra parte dessa gente faz da Praça um lugar de intercâmbio cultural e fonte renda em tempos difíceis.
Mas, naquele domingo, uma verdadeira operação de higienização social foi montada naquele logradouro público, que é um dos preferidos dos belenenses. Essa operação visava retirar pais de família desempregados que tem naquele espaço pública (a Praça é do Povo!) um ambiente propício a amenizar a situação de desemprego e falta de renda.
Já durante a semana, por meio dos jornais, a Prefeitura Municipal de Belém (PMB), anunciava “tolerância zero contra ambulantes irregulares”. No domingo, enquanto os livreiros do corredor atrás do anfiteatro, perseguidos durante o primeiro semestre todo pela Secretaria Municipal de Economia (Secon), se preparavam para armar seus expositores, um vendedor da Praça anunciou: “está cheio de fiscais da Secon ali.”
Era uma megaoperação. Nunca se viu tantos fiscais na Praça, acompanhados de guardas municipais fortemente equipados. Localizados em pontos estratégicos, duplas de fiscais abordavam ambulantes ciclistas que vendiam comida e mandavam que eles passassem ao redor da Praça e não pelo seu interior. Lembrando a época do intendente Antonio Lemos em que decretos municipais proibia a circulação de gente pobre em determinados ambientes da cidade.
Noutra frente, fiscais e o chefe da operação abordavam ambulantes do Centro da Praça que já tinham autorização de venda, mas que tiveram as liberações suspensas automaticamente, mesmo depois de pagas as taxas cobradas pela Secretaria.
Em reuniões prévias, a PMB anunciou novos modelos de quiosques para os ambulantes regularizados que ficam no corredor da Praça. Mas os do chamado “Centro” parecem ter sido pegos de surpresa. Francisco das Chagas de Souza, 50, por exemplo, mostrava a credencial de vendedor do ano de 2017 e as taxas pagas com indignação. “Somos tratados feito bandidos, como marginais”, dizia.
Com o coletivo de livreiros que atua há pelo menos dois anos na Praça, tendo alguns deles montados seus pontos há mais de oito anos, a Secon parece ter tido especial “atenção”. No final de 2016, depois de terem apreendido material de pelo menos três livreiros e de terem cobrado R$ 500,00 pelo resgate do material de cada um deles, eles impuseram a regularização do grupo.
Além de pagar as taxas, os vendedores de livros e discos usados, tiveram que comprar expositores específicos, que nem estão mais disponíveis no mercado: são fornecidos apenas por distribuidoras de revistas para seus representantes. Depois de regularizados, segundo a chefa de fiscalização da Praça, as licenças serviriam até o final do ano.
Mas, em maio um fiscal apareceu informando que o prazo de regularização para o ano de 2017 tinha terminado em abril e que eles teriam que se regularizar já no prazo de prorrogação. A suposta prorrogação, porém, não vigorou e os livreiros não puderam fazer o recadastramento.
Os livreiros deram, então, entrada em um documento, pedindo deferimento dos recadastramentos e audiência com o Secretário Municipal de Economia. Nunca foram atendidos ou tiveram qualquer resposta. No domingo 19, os fiscais anunciaram que se houvesse resistência o material poderia ser novamente apreendido.
Os seis livreiros da Praça da República vendem livros e discos abaixo do preço de mercado, movimentando a economia do município e promovendo a cultura e o desenvolvimento educacional. Ao impedir que a população possa pagar barato por livros usados ou por obras que estão fora de catálogo a pesquisadores e jornalistas, o prefeito Zenaldo Coutinho (poeta e escritor que não gosta de livros) refirma sua política de precarização da cultura e de controle econômico. Nós, livreiros, nos manifestamos contra essa política e pedimos apoio da sociedade belenense a favor da manutenção da feira de livros e discos usados da Praça da República.
Pedimos que assine o abaixo assinado pelo retorno e manutenção da Feira de Livros e Discos da Praça da República. Acesse o link:
http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR103285
Ass. Coletivo Livreiros da Praça da República – Belém-PA

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Programa Ngomba d'Aruanda de 01 de novembro de 2017.



01 de novembro de 2017, quarta-feira, 22h (23h de Brasília), Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu.
Apresentação Tata Kinamboji (Arthur Leandro) a partir da Casa do Tempo
http://radioexu.com/- , 
para ouvir a radio Exu pelo facebookhttps://www.facebook.com/radioEXU/app/1039043586147312/
se preferir, escute pelo blog http://etetuba.blogspot.com/2017/01/radio-exu.html

Destaques
1. Alô prefeitura, por quê não pode Acarajé em Belém? Relato de Jucilene de Oyá, baiana do acarajé, e os problemas criados pela prefeitura de Belém...
2. Marilu de Yemonjá fala sobre a sacralização do alimento e a relação com a magia. Mas afinal, por quê querem proibir o abate tradicional de matriz africana? Agora em novembro o STF vai julgar o recurso foi interposto pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul contra decisão do Tribunal de Justiça estadual (TJ-RS) que validou a Lei gaúcha 12.131/2004, que permite o sacrifício de animais destinados à alimentação nos cultos das religiões africanas.
3. Mãe Nalva de Oxum fala da tradição que alimenta...

Apoio – REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana, CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, Ile Axe Alagbede (Maranhão), AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, GEP Roda de Axé/ CNPq, Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, Projetos Ngomba d’Aruanda e Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

 

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Tecnologia do tambor: resgatando e salvaguardando conhecimentos ancestrais e tecnológicos



Tambores como avançadas tecnologias de comunicação resgatando e salvaguardado conhecimentos ancestrais.

Podemos entender o “Tambor” como a primeira internet do mundo, quando os pretos africanos usavam seus instrumentos para se comunicarem entre si e entre vilarejos diferentes, o tambor realizava o papel de rede comunicacional, sendo comparado aos que temos hoje como (wan, lan e man) conhecidos tipos de comunicação das redes de computadores. Os toques podem ser entendidos com as mensagens mandadas de tambores para tambores, que por sua vez são criptografadas com a possibilidade de um "decodificador", neste caso um mestre ancião ou griot que traduz os códigos musicais em linguagens humanas.

As informações que ficavam ocultas na mensagem e o povo consegue entender depois de descriptografadas pelos mestres portadores desses conhecimentos, possuem uma usabilidade de todos os meios humanos que os tambores nos proporcionam. Dessa forma, encontramos uma rede de comunicação sem fio, com capacidade de conectar a comunidade, além de tocar a alma do povo que faz parte dessa rede, mesmo que só como receptor de todos os dados finais do processo de decodificação.

É importante entender esse processo de comunicação cultural como uma importante tecnologia social, justamente porque as suas expressões acontecem sem se desprender das riquezas ancestrais, além de atribuir valores reais, compreendendo que nossas práticas merecem ser entendidas como algo altamente tecnológico e parte importante de um território digital que precisa ser ocupado pelo povo preto, uma vez que nossas comunidades e nossos saberes estão sendo roubados, principalmente por conta do processo de embranquecimento cultural que pode ser observado nas vivências maranhenses, motivo de alerta para o nosso povo. O Maranhão carregara riquezas culturais marcadas pela ancestralidade, repleta de significados e variedades, mantidas através do repasse da tradição oral, esses bens ultrapassam o valor simbólico no nível do imaterial para os povos e seus meios sociais ditando suas formas de convivência e valor político.

Nesse sentido o nosso projeto pretende realizar o resgate de memórias tradicionais dos povos pretos através da instrumentalização e criação de acervos de audiovisual, buscando alcançar a otimização da memória ancestral ligada com a digital, de forma que se mantenha os valores tradicionais das comunidades sem deturpar as práticas sociais dos participantes. De acordo com estudos comunicacionais “ ter cultura é estar conectado ” os bens culturais de um povo são mantidos pelo modelo de repasse de informações e conhecimentos através da tradição oral, corre em linha tênue entre uma segurança quase que criptografada e ao mesmo tempo com chances de cair no esquecimento, como por exemplo: a morte de um guardião desses conhecimentos tradicionais e ancestrais. Quando as comunidades necessitam criar uma documentação de seus conhecimentos e informações internas sempre tem que contar com o bem externo, quase sempre antropólogos ou pesquisadores, que ao realizar uma captura de vídeos, o executa com “o olhar do outro” um “olhar cientifico”, dessa forma corremos o risco de ter nossas informações construídas e sistematizadas com modelos desiguais aos da comunidade. Agora imaginemos esses dados sendo capturados e guardados com o olhar comunitário de quem vive aquela realidade, partes de uma cultura que carrega significados e que estão se perdendo com o passar do tempo nos acervos internos pela falha na comunicação ? Em cada localidade será apresentado duas palestras, tendo como objetivo duas oficinas com temáticas envolvendo apropriação tecnológica e conhecimentos tradicionais, nas áreas de confecções de instrumentos próprios, pautados nos valores civilizatórios africanos reconhecendo os tambores como tecnologias sociais e meios de comunicação usados nas comunidades. Repassar as práticas de confecção de instrumentos comunicacionais focando o bem de nossas comunidades, valorizando e fortalecendo a ancestralidade dos povos e comunidades tradicionais e de matriz africana. Realizar o reavivamento cultural valorizando as relações sociais das comunidades pretas, acreditando nesses bens culturais como mecanismos de aperfeiçoamento da conexões digitais e ancestrais sociais das comunidades tradicionais. Esses materiais serão repassados, aprendidos e acumulados, juntamente com o discurso da ancestralidade e em conjunto com diálogos de apropriação tecnológica. Atividades como essas exercem um papel fundamental e de extrema importância para exercícios culturais de um povo, uma vez que suas organizações sociais e políticas estão diretamente ligadas a memória que é repassada de forma oral, em sua maioria de pais para filhos e/ou de anciões para comunidades, sendo um agregador de valores identitários sociais, pois o conjunto que os forma é o esperado mundo mais do nosso jeito!

Mil Oniletó 
São Luís – Maranhão
Telefone: 098 989065584/ 098 988567520 / E-mail: onileto@riseup.net; milson.santos42@gmail.com

Oficinas de construção de instrumentos:



Originalmente publicado na Rádio Beco da Cota.

domingo, 8 de outubro de 2017

Coragem eu te enchi de fome. Por Bianca Levy.



Coragem eu te enchi de fome.

Por Bianca Levy - originalmente publicado no perfil de facebook

-O que é isso? É um protesto, uma promessa, um movimento social?- perguntou um homem ao ver aquela imagem rodeada por folhas frutas e cartazes.
- Não, senhor, é só gente mesmo, como você, falando sobre problemas que atingem toda a coletividade- respondi enquanto filmava a movimentação no entorno.
-Ah, sim, legal, parabéns- ficou pensativo por uns cinco segundos- Se todas as pessoas tivessem essa coragem, talvez o país não tivesse do jeito que está.
Este foi um entre vários romeiros que aplaudiram, vibraram e se instigaram com a performance executada por Leandro Haick dentro da procissão do Círio de Nazaré 2017. Em uma edição marcada pela visita de personas non gratas, que põem em xeque as liberdades fundamentais do povo brasileiro, o trabalho do artista foi ato de resistência e coragem.
“Adoremos a Viada Pagã”, foi uma performance de caráter panfletário, com uma estética provocativa, que evocou realidades invisibilizadas, como a dos LGBTT’s, indígenas, afro-religiosos e mulheres negras. Carregando a imagem de um veado em um andor- em alusão ao bezerro de ouro do paganismo e também a causa LGBTT- o artista saiu da esquina do Bar do Parque (mais um símbolo de resistência recentemente roubado do povo) em direção à Basílica Santuário, fazendo o percurso do Círio antes mesmo da santa e dos carros de milagres.
Embora já tivesse feito duas performances preliminares no contexto da quadra nazarena, fazer um trabalho desta dimensão dentro de uma festa/procissão do porte do Círio, traz um peso e uma responsabilidade muito grande, linha tênue onde pode-se esperar tudo. Acompanhado de uma equipe voluntária com cerca de 15 pessoas, entre amigos, artistas e articuladores, a Viada Pagã saiu em cortejo, atraindo curiosos e todo o tipo de reações que se pode encontrar em um momento limite e apoteótico. “O que eles estão fazendo aqui? Isso aqui não é lugar de vocês”, “Nojentos”, “doentes”, “Monte de doidos!”, foram algumas das frases que ventiladas pelo caminho.
Afunilados e vigiados a cada passo dentro de uma multidão de dois milhões de pessoas, por um momento pairou entre os presentes que algo sério poderia acontecer. E não se teria nem chance de reação. Mas isso foi apenas a bruma de uma tensão, interferência esperada na poética performance da vida. Os xingamentos, comentários preconceituosos e a tentativa de desmobilização da performance (ensaiada por alguns membros da diretoria da guarda de Nazaré) foram abafados por aplausos calorosos vindos da arquibancada da Avenida Presidente Vargas, talvez o momento mais emocionante da performance, quando a “berlinda” do artista se voltou para o público e as placas foram levantadas.
“Paz-me!”; “Terreiros são sagrados”; “Meu útero não tem religião”, “Quilombola existe”, “Povo preto vivo”, e “O Brasil é preto”, foram algumas das frases entoadas entre anjos e promesseiros que coexistiam em um espaço de fé, sobretudo de fé em dias melhores. Após três horas de performance, a equipe dispersou na esquina da Basílica, ainda sob impacto da ação e com a sensação de dever cumprido.
Já com o corpo frio e revendo a transmissão ao vivo, talvez o que cada um pense é que o que foi visto nas ruas do Círio hoje não foi apenas um ArteFato, mas um ato de coragem. Em uma sociedade adoecida pelo preconceito, misoginia, lgbttfobia, racismo religioso e corrupção, artistas como Leandro Haick se mostram necessários, uma voz que ecoa consciências silenciosas, adormecidas, e que grita a fome de um mundo justo.
Sobre o trabalho: “Adoremos a Viadã Pagã” é a performance que fechou a trilogia de Leandro Haick dentro da quadra Nazarena. O primeiro trabalho do gênero foi a performance “Flor Manifesta” (2011), onde ele apresentou o corpo político ambulante envolto em uma delicada carcaça de flores, e toda a sexualidade e religiosidade que o permeava. Em 2014, Haick expôs “A Carne de Viado é Ouro”, feita em trajeto contrário ao da Santa, durante a trasladação. Em uma performance pulsante, o artista, que era próprio Viado de Ouro (em alusão ao prêmio oferecido na Festa da Chiquita), questionou as tensões existentes entre o sagrado e o profano, além do sincretismo religioso dentro da programação do Círio, lembrando de reverenciar o guardião das encruzas neste caminho, oferendando a ele cachaça e velas vermelhas. Os bastidores e as três performances do artista serão compiladas em um documentário com previsão de lançamento em 2018.







quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Terceira Égua - Sarau do corpo poelytico.


Pelo terceiro ano consecutivo a rede [aparelho]-: se junta com outros coletivos artísticos para realizar a “Égua – sarau do corpo poelytico”, um evento de experimentação poética e rodas de conversas sobre processos de resistências e processos criativos de caráter político nas artes e nas culturas amazônidas.
local: *casa reduto 560> casa de amigxs que está recebendo a égua. Fica na> Rui Barbosa 560, entre Aristides lobo e Ó de Almeida, Belém/PA.

> ÉGUA> fêmea do cavalo > do latim, eqŭa, Classe gramatical> interjeição e substantivo feminino. Figura pejorativa= pessoa ignorante ou grosseira, No Brasil = meretriz, ploc, aquela que se prostitui . ÉGUA >>Vírgula Do paraense, Usada entre mil frases ditas, Usada Pra todas e quaisqueer as situações, ou seja, ta na Boca do povo, é de qualquer um, não tem Um gueto especifico no Pará que seja detentor da expressão, serve pra qualquer coisa e pra qualquer um, Esta aí.

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A Égua em sua terceira edição, vem reafirmar o espaço de autonomia e liberdade que veio acionando nas duas ultimas edições.nesta versão 2000&catarzy (2014 para as não entendida) discutiremos as potencialidades do corpo como instrumento de re-existência e descolonização. O corpo trans-cotidiano, corpo trans-amazonic, corpo que se pinta pra guerra e pra festa.

PROGRAMAÇÃO:
Sexta-feira (17/10) a partir das 18:00h (Casa Reduto 560)*
Abertura da Exposição das Éguas
(instalação com resíduos da 1ª e 2ª Égua e convidadxs)
Karaoqueer (karaokê todxs se jogar na canção)
Venda de comidinhas Bebidas (uns bons drink pra aliviar o calor)

Sábado (18/10) a partir das 17:00h (Casa Reduto 560)*
Quem: Éguas + Nós de Aruanda + Vacas Profanas e + TodXs
cheguem junto

Domingo (19/10) a partir das 19:00h
>PYRIGÓTICAS
(Festa dançante-ambulante na praça da República)
MYCARETA COM BYKE SOM

LEONA ASSASSINA VINGATIVA
dj-performer > sid manequim
dj-performer> noite suja
microfone aberto
Troca troca de figurinos, makeups, saltos...

SE QUISER PROPOR ALGUMA >> É SÓ FALAR GENTY.
a programação pode ser composta por mais propostas. a gente pode ir organizando juntxs. Enviem o que desejarem, um audio, vídeo, um alo alo, uma conversa uma performance por skype, ,,,

*casa reduto 560>
casa de amigxs que está recebendo a égua. Fica na>
Rui Barbosa 560, entre Aristides lobo e Ó de Almeida.
Por favor não levar racismo intolerância machismo e nem chatice.
beijos lá
lá onde tu quiseres