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sábado, 2 de dezembro de 2017

França e Itália são cúmplices dos crimes que repudiam na Líbia

França e Itália são cúmplices dos crimes que repudiam na Líbia


Dias atrás, nossa equipe na Líbia prestou consultas médicas a um grupo de cem homens e mulheres em um centro de detenção na região de Misrata. Eles haviam sido levados ao centro depois que guardas costeiros da Líbia interceptaram o seu barco e os devolveram à terra.
 THIERRY ALLAFORT-DUVERGER é diretor-geral de Médicos Sem Fronteiras França Este artigo foi publicado originalmente no jornal francês "Le Monde"
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Embora trabalhemos em centros de detenção, não fazemos ideia do que acontece com as pessoas mantidas neles, pois os pacientes podem desaparecer sem deixar vestígios de uma semana para outra.   
No verão de 2017 no Hemisfério Norte, a Guarda Costeira da Líbia intensificou as interceptações no Mediterrâneo com apoio da União Europeia (UE) e seus países membros. A França e a Itália têm um papel crucial na concepção e implementação dessa política.
A Líbia é mais do que nunca uma armadilha para os que esperam encontrar trabalho no país ou o atravessam a caminho da Europa.
As imagens chocantes veiculadas pela rede de TV americana CNN em 14 de novembro trouxeram à luz uma situação na Líbia que é há muito denunciada por organizações internacionais.
Um negócio lucrativo de sequestro, tortura e extorsão de migrantes e refugiados, reduzidos a mercadorias, é facilitado por políticas migratórias repressivas, já que a Europa está disposta a fazer tudo para conter os migrantes que chegam.
Ainda assim, as imagens de venda de escravos mostradas na CNN provocaram reações políticas; a França condenou o "crime contra a humanidade" e pediu uma sessão de emergência do Conselho de Segurança da ONU.
Mas o que pensar dos que, como o presidente Emmanuel Macron, condenam o que está acontecendo na Líbia e ao mesmo tempo continuam a apoiar a Guarda Costeira líbia e a financiar medidas que visam a manter as pessoas no inferno do qual elas tentam escapar?
A hipocrisia chega a um nível inaudito. Quem ainda pode fingir que homens, mulheres e crianças interceptados no mar e devolvidos à Líbia serão alojados em centros confortáveis, recém-pintados, reformados segundo "padrões internacionais"?
Uma vez de volta, não há dúvida de que serão lançados numa situação de extrema violência e precariedade, sob um pano de fundo de fronteiras difusas entre as autoridades líbias e as redes de traficantes.
A insegurança e as restrições que sofremos para ter acesso a essas pessoas nos tornam conscientes dos limites do que podemos esperar alcançar. Nossos médicos, que não têm acesso desimpedido aos detidos, não são livres para decidir quem examinar ou tratar; há pessoas que são escondidas para evitar que nossas equipes os ajudem.
Assim como as representações diplomáticas e outras agências da ONU, a Organização Internacional para Migrações (OIM) e o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur) têm uma presença limitada no país. que bloqueiam aqueles que consideram indesejáveis
Em outubro de 2017, o número de migrantes mantidos nos centros de detenção oficiais na Líbia triplicou, segundo a OIM e o Departamento de Combate à Migração Ilegal, agência líbia que os administra.
Os observadores de direitos humanos da ONU ficaram chocados com o que viram em centros de detenção em Trípoli em uma visita no início de novembro: milhares de pessoas emaciadas e traumatizadas, empilhadas, trancadas em armazéns, sujeitas a tipos extremos de violência e abuso.
O que Macron espera alcançar com ações na Líbia para desmantelar as redes de contrabando? Outra intervenção militar estrangeira servirá apenas para alimentar a dinâmica do conflito na Líbia. Combater contrabandistas sem fornecer formas seguras e legais de trânsito e fuga é um beco sem saída.
Além de gestos simbólicos, o que é urgentemente necessário é uma mudança na política migratória da França e de seus parceiros europeus na Líbia. Ações são necessárias não só para a aliviar o sofrimento das pessoas, mas para pôr fim a políticas que aumentam sua miséria. Assim, mais uma vez, pedimos que a UE —e particularmente França e Itália— facilitem as operações de busca e salvamento no mar e cessem seu apoio à guarda costeira da Líbia na interceptação e devolução dos migrantes e refugiados que tentam fugir do país —que não é signatário da Convenção de Genebra sobre o estatuto dos refugiados.
Sem isso, a França atingirá mais um degrau de cumplicidade nos crimes que condena. Todas essas pessoas que se encontram presas na armadilha Líbia, armada em parte pela França e a UE, devem dispor de todos os possíveis meios de escapar.
Isso inclui a plena aplicação do direito de asilo para a pessoa elegível, aumento das ofertas de retorno voluntário aos países de origem para candidatos genuínos e formas suplementares de proteção, nos países vizinhos e na Europa (e isso inclui a França), para atender às necessidades dos sobreviventes de um inferno na terra.

THIERRY ALLAFORT-DUVERGER é diretor-geral de Médicos Sem Fronteiras França

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Consciência Negra é celebrada na Praça da República.

A concentração foi domingo, dia 19 de novembro, no Quilombo da República -  a barraca do CEDENPA, Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará - na praça da República.
Mulheres Negras da Amazônia: Pará, Amapá, Maranhão e Tocantins, comandaram a celebração com apoio do Bento Maravilha, do Ben Som.
A celebração foi conduzida pela Rede Fulanas, que é composta por mulheres autodeclaradas negras que manifestam sentimento de pertencimento e semelhança ao biótipo das negras africanas que foram escravizadas nas Américas. As Fulanas, nome aqui vinculado à etnia africana Fula, de significativa representatividade na Amazônia, nasce por constatar que o racismo, preconceito e discriminação racial continua atingindo, com mais força, as mulheres negras e que diante disso, tornam-se necessárias ações mais articuladas, visando contribuir na superação das desigualdades raciais e de gênero na Amazônia e no Brasil como um todo. Com o apoio do Ben Som, do Bento Maravilha, fizeram leitura comentada de manifestos de consciência negra.





Povo Tradicional de Matriz Africana pede paz!


“Essa é uma ação religiosa, mas, também, uma ação política. Todas as vezes que os povos de terreiros saem às ruas para professar a nossa fé, estamos fazendo a ação politica de existir em uma estrutura social que insiste em nos ser hostil. Ao ocuparmos simbolicamente, o espaço público, resistimos às invisibilidades e preterimentos que cotidianamente nos atingem”, afirma o ogã André Santos, membro da comissão dos Terreiros Tombados e professor-doutor da Ufba.


Para denunciar as violências e exigir respeito, que comunidades do Povo Tradicional de Matriz Africana, Afro-religiosos de Belém do Pará, enfeitaram as Mangueiras da Praça da República com Ojás brancos (ação nacional promovida pelo Coletivo de Entidades Negras - CEN) e plantaram árvores sagradas no Espaço de Resistência Quilombo da República. A ação religiosa, política e poética exige respeito, e faz parte da campanha “Não toquem em nossos terreiros”, em referência a alarmantes casos de racismo religioso, que resultaram até na destruição de templos. O cenário, preocupante, pode ser expresso em dados. Conforme levantamento do Ministério dos Direitos Humanos. Entre janeiro de 2015 e o primeiro semestre deste ano, o Brasil registrou uma denúncia de ataque a terreiros a cada 15 horas. No período, ainda segundo o órgão, o Disque 100, canal que reúne denúncias, recebeu 1.486 relatos de discriminação religiosa, sendo que, a maioria das violências, atingem as tradições do sagrado de matrizes africanas.




E no mesmo ato demarcaram a presença negra na Amazônia com o plantio de árvores sagradas ao redor da barraca do CEDENPA, que se localiza na parte da praça que no passado foi usada como o cemitério dos homens pretos. O plantio das árvores também é uma celebração à ancestralidade africana na cidade de Belém.
Babá  Edson Catendê e Mãe Patrícia de Iemanjá conduziram o ritual poético-político-sagrado de plantio de árvores no Quilombo da República.

São folhas e ervas utilizadas pelas diversas tradições de origem na África Negra presentes na Amazônia, e o plantio em espaços públicos reforça o registro de 1.082 terreiros na zona metropolitana de Belém, pesquisa realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome -  MDS, em 2012.





Prefeitura tentou retirar o Tabuleiro de Acarajé da Jucilene de Oyá. 



E o racismo institucional se fez presente com a ação da 'Ordem Pública' tentando retirar o Tabuleiro de Acarajé e a Feira Preta - jovens empreendedores negros que se reunem ao redor do Quilombo da República - da festa na praça. Mas a mobilização de resistência garantiu a presença do nosso povo, em festa, comemorando  o Dia Nacional da Consciência Negra.

"Axe Zumbi Pará, Axé Dandara Pará - SÃO VIDAS NEGRAS QUE IMPORTAM"





Tem a maior população negra do Brasil, mas o 20 de novembro não é feriado no Estado do Pará!


20 de novembro não é feriado no Estado do Pará, o Estado de maior população negra do Brasil. o Pará também é o segundo Estado com maior numero de quilombos regularizados (288), e a zona metropolitana de Belém registrou, em 2012, 1082 Terreiros.
Também é importante saber que no Art 1 inciso IV do Estatuto da Igualdade Racial, diz que
IV - população negra: o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas, conforme o quesito cor ou raça usado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou que adotam autodefinição análoga; 
E que o Pará tem o maior percentual dos que se declaram pretos ou pardos em todo o Brasil - São 76,7%, segundo mapa da Secretaria da Igualdade Racial e do IBGE.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Programa Ngomba d'Aruanda de 11 de outubro de 2017.



11 de outubro de 2017, quarta-feira, 22h, Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu.
Apresentação Tata Kinamboji (Arthur Leandro) a partir da Casa do Tempo
http://radioexu.com/- , 
para ouvir a radio Exu pelo facebookhttps://www.facebook.com/radioEXU/app/1039043586147312/
Destaques 
1. Seminário nacional debate o respeito à diversidade religiosa;
2. Relato de artista com Eliana do Amor Divino, a Li Divino..

Apoio – REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana, CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, Ile Axe Alagbede (Maranhão), AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, GEP Roda de Axé/ CNPq, Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, Projetos Ngomba d’Aruanda e Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

 

Programa Ngomba d'Aruanda de 4 de outubro de 2017.



04 de outubro de 2017, quarta-feira, 22h, Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu.
Apresentação Tata Kinamboji (Arthur Leandro) a partir da Casa do Tempo
http://radioexu.com/- , 
para ouvir a radio Exu pelo facebookhttps://www.facebook.com/radioEXU/app/1039043586147312/
Destaques 
1. o Pará tem políticas de igualdade racial? quem responde é a nova gestão de PIR para o estado;
2. Rádio Exu promove duas campanhas: "Cristãos que combatem o racismo religioso" e "Coloque a sua voz na defesa dos direitos humanos"
3. Entrevista com babá Edson Catendê sobre os 30 anos da Banda Afro Axé Dudu e dos 15 anos do Ita Lemi Sinavuru, por Bruno Pedroso, Fernanda Vera Cruz e Rodrigo Leão.


Apoio – REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana, CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, Ile Axe Alagbede (Maranhão), AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, GEP Roda de Axé/ CNPq, Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, Projetos Ngomba d’Aruanda e Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

sábado, 21 de outubro de 2017

Eu, também, exijo respeito com meu povo.


Na reunião do Grupo de Trabalho instituído pelo Conselho Estadual de Segurança Pública/CONSEP-PA cujo objetivo é o de investigar a violência e os assassinatos contra autoridades e lideranças de povos tradicionais de matriz africana, em especial o que ocorreu nesta quarta-feria, dia 18 de outubro de 2017, travamos um debate inusitado... Tudo começou com a presença muito bem vinda da Delegada Hildenê Moraes - titular da Delegacia de Combate a Crimes Discriminatórios e Homofóbicos/DCCDH. Ocorre que, se num primeiro momento poderia parecer que a Delegada havia, finalmente, se disposto a dialogar com o GT de Matriz Africana, e que nos traria informações sobre as ações daquela delegacia que efetivamente atuassem no sentido de combater o racismo de que são vítimas as comunidades tradicionais de matriz africana, o que vimos foi a delegada pedir aos presentes que escrevessem uma carta de apoio à ela mesma, dizendo que a corregedoria de policia civil havia recebido uma queixa registrada contra ela, e esta queixa foi feita por uma autoridade tradicional de matriz africana. Disse, ainda, que a pessoa que registrou a queixa a tratou-a com arrogância quandoi estev na delegacia, e que não iria permitir que a tratassem assim, e; num outro momento - relatando um outro caso que eu a relembrei - disse que ela não iria ceder à pressão das autoridades de matriz africana…
Como assim?
Se, o Grupo de Trabalho foi criado para investigar a violência contra o nosso povo e para propor políticas de proteção à um grupo vulnerável. Estamos reunindo - duas reuniões mensais desde abril deste ano e esta foi a segunda vez que eu registrei a presença da referida Delegada responsável pela delegacia que deveria investigar e proteger as comunidades de povos tradicionais de matriz africana. E, é a própria delegada vem para reclamar da representação apresentada à Corregedoria por autoridade de povos tradicionais de matriz africana que havia sido vítima de racismo?
Espera aí... me diz de novo, como assim?
Violência institucional também é violência? Se violência institucional for considerada violência então podemos considerar este como mais um caso de violência contra as tradições de matriz africana?
A questão é que nos dias 10 e 11 de outubro, este GT, em parceria com a ouvidoria do SIEDS-PA e mais o Comitê Nacional da Diversidade Religiosa - vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República -, realizou o Seminário Nacional “O Direito à Religião também é um Direito Humano”, e nesse seminário, com a participação de autoridades de segurança pública do Pará, havia espaço para relatos de violência sofrida por parte de autoridades e lideranças dos terreiros, e em um desses relatos, presenciado pelo corregedor da polícia civil, a vítima de violência relatou as suas dificuldades em registrar a ocorrência naquela DCCDH de responsabilidade da Delegada Hildenê, e imediatamente o corregedor, cumprindo com sua função institucional, registrou e encaminhou a queixa deste pai de santo para a devida apuração.
PERGUNTO: o que a Delegada Hildenê quer é nos calar? Não podemos reclamar do atendimento na delegacia de crimes discriminatórios? O que é que a Delegada Hildenê tem de vir pedir carta de apoio por causa disso? Até onde eu sei dos procedimentos, imagino que a corregedoria vai ouvir a versão dela para poder chegar a uma conclusão mediando as versões dos fatos. E volto a perguntar – por que motivo ela veio pedir o apoio deste GT?
De antemão, digo aqui o que eu disse na reunião, e digo e afirmo que eu sei que a atuação dela nos casos de combate à homofobia é exemplar, e reafirmo que não tenho nenhum interesse de prejudicar a carreira funcional desta ou daquela delgada. Aliás, relembro que o nosso debate no CONSEP-PA tem sido pela educação de servidores do sistema de segurança pública, sistema de justiça e sistema prisional para as relações étnico-raciais e combate ao racismo. Queremos formação de servidores queremos formação de servidores para que entendam o contexto social dos territórios tradicionais de resistência negra, e entendam que quando sofremos com ações da vizinhança, de funcionários públicos, de policiais e outros, aqueles que nos agridem acham que podem nos agredir porque somos “macumbeiros” e por isso nós nem deveríamos existir...
E é por isso que eu não posso deixar de reclamar da atuação da Delegada Hildenê e de sua equipe. Posso dizer que em três casos recentes de violência contra pais e mães de santo, a Delegada Hildenê dificultou o registro de ocorrências de racismo (ou injuria racial, ou como queiram chamar), e desqualificou as queixas dos reclamantes para sugerir que registrassem as ocorrências como meras ameaças, sem considerar que essas ameaças ocorrem por motivação de identidade étnico-racial das tradições de matriz africana.
Em dois desses casos, antes das vítimas chegarem até a delegacia de combate a crimes discriminatórios e homofóbicos, essa mesmas vítimas já haviam ido à delegacia mais próxima e em ambos os casos saíram dessas delegacias como agressoras de seus algozes, e quando chegam na DCCDH ainda encontram a indisposição da escuta por parte das autoridades policiais da delegacia especializada.
Acompanhei a saga de uma delas, que teve de ir três vezes nessa mesma delegacia para que enfim, sob muita pressão, a delegada finalmente aceitasse o registro da ocorrência. Essa indisposição para a escuta e para o registro dos casos da violência sofrida é que tem afastado s comunidades de terreiros da busca da garantia de seus direitos.
Por esses motivos e, por reconhecer que a mesma delegada que compreende perfeitamente o contexto social da população LGBT e que por isso mesmo realiza um excelente trabalho no combate à homofobia, é a mesma delegada que não consegue apreender o contexto daquilo que chamamos de 'racismo religioso', ou apenas racismo. Um racismo que é praticado contra as autoridades e lideranças de povos tradicionais de matriz africana e que resulta em assassinatos, em violação de direitos e em depredação de locais de culto do povo tradicional de matriz africana.
Por esses motivos que proponho ao Governo do Pará que reafirme o seu compromisso com o combate à violência à todos os grupos sociais vulneráveis, e mantenha a Delegada Hildenê Moraes no combate à homofobia, mas que crie uma outra delegacia de combate ao racismo, desiganando um delegado ou delegada disposto ao trato com a população negra e com os povos tradicionais de matriz africana.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Programa Ngomba d'Aruanda de 27 de setembro.

Destaques 1. A celebração afro-brasileira à alegria da vida através dos Erês, Vunji e Ibeji. 2. Existe políticas públicas de igualdade racial no Estado do Pará? A quantas anda o Conselho Estadual e as políticas de promoção da igualdade racial? Quando teremos políticas públicas de proteção aos locais de culto e salvaguarda das tradições de matriz africana na Amazônia? 3. Pai Sérgio de Ogun faz o lançamneto do CD Aláfia (projeto Tambores de Fé) na Casa Branca, em Salvador; 4. Povo Tradicional de Matriz Africana reúne em videoconferencia nas sedes estaduais do IPHAN para articulação nacional para a defesa das nossas tradições.

Programa Ngomba d'Aruanda de 20 de setembro de 2017.

Destaques 1. Kota Mulanji fala sobre a violência contra o povo tradicional de matriz africana no Rio de janeiro, e da necessidade de proteção às vítimas; 2. Lei 10.639/03 - relato de experiência da Ndumbe Isabela do Lago no ensino de artes visuais; 3. O povo fala! Críticas à falta de informações da SEJUDH-PA sobre a conferencia de igualdade racial; 4. Pássaro Beija-flor, e comunidade da passagem Frei Daniel, promovem o 1º Auto do Círio no Guamá, vai ser dia 23 de setembro.

sábado, 16 de setembro de 2017

Programa Ngomba d'Aruanda de 13 de setembro - escute a reação das autoridades de matriz africana aos ataques terroristas de traficantes evangélicos.



Programa Ngonba d'Aruanda de 13 de setembro de 2017 - destaques 1. SEJUDH-PA, cadê o decreto estadual convocando a conferência de igualdade racial? Se não há decreto não há compromisso do Governo do Pará com politicas de igualdade racial? Conferência sem divulgação confere o que? 2. Movimento Negro baiano boicota a CONAPPIR. 3. Brasil, a falsa democracia num estado teocrático 3.1 - A violência dos traficantes evangélicos avança sobre terreiros em todo o Brasil. 3.2 - Sistema de segurança pública e justiça brasileira lavam as mãos quando a violência é contra terreiros. 3.3 - Reação nos terreiros: a) Pai de santo recomenda reação armada contra a violência sofrida; b) CEN - Coletivo de Entidades Negras, chama reunião nacional em Salvador para definir estratégias políticas de reação.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
para ouvir a radio Exu pelo facebook

Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Ngomba d'Aruanda de 30 de agosto - entrevistas reforma do ensino médio e racismo no #ocupaMinC.


Ngomba d'Aruanda de 30 de agosto de 2017 - Macaé Evaristo fala da reforma do ensino médio, Genylton Rocha fala da escola sem partido. Auri Ferreira entrevista Amérika Estérika, Obama e Pretinha da Macumba sobre o racismo no #ocupaMinCBelém.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
para ouvir a radio Exu pelo facebook

Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Programa Ngomba d'Aruanda de 23 de agosto - territórios da arte exclui as artes negras.


Programa Ngomba d'Aruanda de 23 de agosto de 2017 -  destaques: 1. Entrevista com o deputado estadual Jaques Neves sobre a concepção da Frente Parlamentar de Liberdade Religiosa que foi criada na ALEPA. 2. Entrevista com a pesquisadora da UFF, Elis de Miranda, que foi a articuladora, em Belém, do mapeamento 'Territórios da arte" - construído para subsidiar políticas públicas para o fomento das artes e territórios de resistência, mas que excluiu artistas negros e a matriz africana de produção de cultura. 3. Entrevista com pesquisador do ICED/UFPA, Genylton Rocha, falando sobre os impactos da reforma do ensino médio sobre a educação pública.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
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Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Programa Ngomba d'Aruanda de 31 de maio - programação para a memória de luta de Mãe Doca na ALEPA .

Programa Ngomba d'Aruanda de 31 de maio: saiba tudo sobre a programação de celebração da memória de luta de Mãe Doca. Lei 10.639/03 e a negligência universitária com a formação de profesores para a atuação na educação para as relações étnico-raciais.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
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Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Ngomba d'Aruanda de 24 de maio - #foraTemer e toda a corja de golpistas.


Programa Ngomba d'Aruanda de 24 de maio - #foraTemer e toda a corja de golpistas. Abertura da expsoição do Projeto Nós de Aruanda, artistas de terreiro. Entrevista com Edmilson Rodrigues. Continuamos a debater como eliminar o racismo.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
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Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Ngomba d'Aruanda de 17 de maio continua a debater a falsa abolição.

 

Ano que vem fará 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, mas será mesmo que a Lei Áurea garantiu a liberdade para os negros brasileiros? Você sabe o que é racismjo? Você sabe como combater e eliminar o racismo? Ngomba d’Aruanda - quarta-feira, 17 de maio de 2017



Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
para ouvir a radio Exu pelo facebook

Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Ngomba d’Aruanda de 10 de maio pergunta: será mesmo que a Lei Áurea garantiu a liberdade para os negros brasileiros? Você sabe o que é racismo? Você sabe como combater e eliminar o racismo?

Ngomba d’Aruanda de 10 de maio - Ano que vem fará 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, mas será mesmo que a Lei Áurea garantiu a liberdade para os negros brasileiros? Você sabe o que é racismo? Você sabe como combater e eliminar o racismo?

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
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Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Programa Ngomba d'Aruanda de 3 de maio - Greve geral.

Ngomba d’Aruanda - quarta-feira, 3 de maio de 2017. Destaques:  Greve Geral que parou o Brasil e manifestações do primeiro de maio.Construção de politicas públicas e criação de CNPJ de templos religiosos. Mais manifestações, ainda, sobre o sincretismo religioso. Entrevistas de Mametu Nangtetu com Mãe Vera Barone e Mãe Vanda Machado. Informações sobre a comenda Mãe Doca na Assembléia Legislativa do Estado do Pará. Massacre indigena no Mato Grosso e no Maranhão. Movimento negro faz manifestação contra decisão judicial de suspensão de cotas no processo seletivo da UNIFAP - Amapá Pros nossos amores, dedicamos Miria Makeba neste programa...

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
para ouvir a radio Exu pelo facebook

Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

26 de abril Programa Ngomba d'Aruanda pergunta: Ogun é Jorge? Jorge é Ogun? O programa Ngomba d'Aruanda promove o debate sobre o sincretismo na Rádio EXU.


26 de abril Programa Ngomba d'Aruanda pergunta: Ogun é Jorge? Jorge é Ogun? O programa Ngomba d'Aruanda promove o debate sobre o sincretismo na Rádio EXU.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
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Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Programa Ngomba d'Aruanda de 19 de abril - Samily Maria entrevitsa o grupo Treme Terra.

Informações das ações de promoção de cidadania para o povo negro, Samily Maria trazendo entrevista com a musicalidade e a experiência artistica da Cia Treme Terra, do Morro do Querosene, em São Paulo; Rosilene Cordeiro e a poética dos Ferreiros de Ogun.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
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Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Programa Ngomba d'Aruanda de 12 de abril - Informações das ações de promoção de cidadania para o povo negro.

Informações das ações de promoção de cidadania para o povo negro, conversa com Zé da Barca e a sua experiência de participação na novela Velho Chico; e conversa com Elemoso Valter Brandão sobre emprego e racismo religioso.

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  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Programa Ngomba d'Aruanda de 5 de abril de 2017 - Ações de promoção da cidadania do povo negro.

Programa com informações das ações de promoção de cidadania para o povo negro, conversa Ekedy Adrieny Batista falando da mulher negra de matriz africana na sociedade brasileira, conversa com Nazaré Cruz e Zélia Amador de Deus sobre a violência e genocídio que incide sobre o povo negro, e, ainda, veiculação de músicas afro-­‐venezuelanas que a Rádio Exu recebeu de Alonso Pacheco, Consul da Venezuela no Pará.

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  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA