sábado, 16 de setembro de 2017

Programa Ngomba d'Aruanda de 12 de abril - Informações das ações de promoção de cidadania para o povo negro.

Informações das ações de promoção de cidadania para o povo negro, conversa com Zé da Barca e a sua experiência de participação na novela Velho Chico; e conversa com Elemoso Valter Brandão sobre emprego e racismo religioso.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
para ouvir a radio Exu pelo facebook

Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Programa Ngomba d'Aruanda de 5 de abril de 2017 - Ações de promoção da cidadania do povo negro.

Programa com informações das ações de promoção de cidadania para o povo negro, conversa Ekedy Adrieny Batista falando da mulher negra de matriz africana na sociedade brasileira, conversa com Nazaré Cruz e Zélia Amador de Deus sobre a violência e genocídio que incide sobre o povo negro, e, ainda, veiculação de músicas afro-­‐venezuelanas que a Rádio Exu recebeu de Alonso Pacheco, Consul da Venezuela no Pará.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
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Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Ngomba d'Aruanda de 29 de março de 2017 - Sobre Pontos de Cultura de Matriz Africana.

Na quarta-feira, 29 de março, à partir das 22h - Programa Ngomba d'Aruanda, com Tata Kinamboji e Weverton Ruan (Obama) conversando com Alexandre Santini – membro do Conselho Latinoamericano de Cultura Viva Comunitária, que esteve na gestão da SCDC/MinC, mestre em Cultura e Territorialidades – UFF, e atualmente é diretor do Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói – RJ; Aderbal Ashogun – Mestre de Cultura, liderança nacional e internacional das comunidades de povos tradicionais de matriz africana, artista multimídia, coordenador do Pontão de Cultura Articula Matriz Africana. Membro da CNPdC; José Maria Reis – membro do colegiado representante do Pará na CNPdC. Animador da REDE AJURICABA. Doutorando em Desenvolvimento Socioambiental (PPGDSTU/NAEA/UFPA). Professor e pesquisador de Cultura e Políticas Culturais.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
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Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

Entrevista com Aderbal Ashogun Moreira no Programa Ngomba d'Aruanda de 22 de março de 2017 na Rádio Exu.


Conversa de Tata Kinamboji e Aderbal Ashogun Moreira sobre política pública para as culturas de matriz africana no Brasil.

Programa Ngomba d’Aruanda na Rádio Exu. Apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo.
para ouvir a radio Exu pelo facebook

Programa realizado com apoio e parceria de diversas organizações e projetos institucionais –

  1. REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana,
  2. CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), 
  3. FONSANPOTMA - Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, 
  4. Ile Axe Alagbede (Maranhão), 
  5. AFAIA Associação dos Filhos e Amigos do Ilé Asé Iyá Omi Ofá Karé, 
  6. Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, 
  7. GEP Roda de Axé/ CNPq, 
  8. Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, através dos Projetos: a) Ngomba d’Aruanda; b) Eu vou navegar na casa da mãe das águas (Ile Axe Iyaba Omi) e c) Valorização do Patrimônio Artístico e Cultural Afro-Amazônico, projetos de extensão PIBEX, Eixo Transversal e Navega Saberes da PROEX/UFPA

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Racismo que com ferro fere, será ferido...


Nós de Aruanda artistas de terreiro 2017, parte 1: exposição no Centro Cultural da Justiça Eleitoral - Rua João Diogo 254, Campina, Belém/PA (referência: Pça da Bandeira)

Título: Racismo que com ferro fere, será ferido...

Categoria artística: ritual poético de resistência negra.

Artistas propositores: Táta Kinamboji e Babá Kysudan
Realização: coletiva - povo tradicional de matriz africana.

Argumento: Ritual de Combate e eliminação do racismo que resulta em violência letal contra autoridades de matriz africana. A família de Nkôsi tem uma grande ligação com assuntos correspondente a justiça. Na tradição dos povos de Cabinda, as pessoas colocam pregos, parafusos e outros objetos cortantes em uma estátua ou uma árvore, Cada prego deste é um contrato, um pedido, uma luta a ser lutada, que só serão retirados quando a demanda for vencida. A ação ressalta a violência letal contra autoridades tradicionais de matriz africana, que tem acontecido em Belém desde 2015 - período em que temos observado uma franca e extrema violência letal contra pais e mães de santo. É muito grave a violência que se acentua por ódio religioso . A conclusão óbvia é que o alvo dos assassinos são as práticas tradicionais de matriz (origem) africana, e que é o racismo que move a violência contra os terreiros.... colocamos um prego no coração de cada assassino de pais e mães de Santo.


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Bambarê - Face Negra Face.

postado em 13 de novembro de 2016 no Facebbok de Socorro Patello.




Hoje Arthur Leandro levou-me ao Teatro da Fibra, na Gentil Bittencourt. A temática do magnífico espetáculo - imperdível - foi sobre a resistência, a resiliência e as lutas do povo negro que foi escravizado e trazido para o Brasil. A apresentação do Grupo Banbarê foi impecável e vibrante: um show onde o figurino, as falas, as músicas, a história, os questionamentos, fazem de "Face Negra Face - a história que não foi contada", a trágica busca, de ontem e hoje pela justiça, equidade e solidariedade, clamada pelo povo negro e suas culturas que, de fato, construiu a imagem do Brasil com sua arte, desde a culinária, passando pela dança, a linguagem negra que mudou o português de Portugal, passando a ser o português do Brasil, criando uma língua própria que nem é entendida no continente europeu, com palavras banto (por ex.: moleque, marimbondo, cafuné, despacho, camundongo, quiabo, caçamba, quitanda, corcunda, babaca), os batuques, o carnaval, o samba, as tradições orais, passadas de geração a geração e infelizmente, a opressão, a hipocrisia racista, o preconceito que continuam aguilhoando a liberdade do povo que povoou o gigante país chamado Brasil . Como seria bom que fosse apresentado em todas as escolas e as crianças pudessem aprender através da arte, as sensíveis lições que assisti esta noite.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Crônica da morte anunciada.



#CronicaDaMorteAnunciada
#RacismoReligioso
#genocidionegro
#ecossistematropical
#LutarÉUmDireito

Crônica da morte anunciada, ação Ecossistema Tropical 2.0



Projeto Ecossistema Tropical 2.0, edição Belém PA.
A ação ressalta a violência letal contra autoridades tradicionais de matriz africana, que tem acontecido desde final de 2015 - período em que temos observado uma franca e extrema violência contra autoridades tradicionais de matriz africana. Conforme notícias originadas da imprensa paraense. Consideramos muito grave a violência que se acentua por ódio religioso contra as tradições de matriz africana no Brasil, seus lugares de culto, seus símbolos e suas autoridades.
A conclusão óbvia é que o alvo dos assassinos dos pais de santo são as práticas tradicionais de matriz (origem) africana, e que é o racismo que move a violência contra os terreiros

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O ECOSSISTEMA TROPICAL 2.0 é uma cartografia coletiva, que será desenvolvida ao longo de 4 encontros promovendo através de laboratórios públicos um circuito em mixagem com seminários descentralizados, apresentações orais, transmissões ao vivo e ações urbanas. Seu resultado final sera a elaboração de uma cartografia sobre uma nova abordagem da apropriação e ocupação do espaço público desenvolvida por grupos que trabalham em formato coletivo e em rede em diferentes capitais do país. Essa nova abordagem está relacionada à lógica de trabalho e organização de artistas que trabalham com a apropriação do espaço público na transição para a última década, passam de sistema “fechado” de coletivo para uma atuação amplificada em rede. Os encontros, que serão realizados nas cidades de Belém - PA, Salvador - BA, Rio de Janeiro - RJ e São Paulo - SP; contarão com a presença de 9 coletivos que trabalham com intervenções urbanas advindos de 4 regiões brasileiras distintas.
Será publicada uma cartografia impressa do conteúdo gerado nestes encontros.

Este projeto foi contemplado pelo "Programa Funarte Rede Nacional de Artes Visuais 12ª edição".